Portugal é um país de empreendedores, e nas artes marciais, não é excepção.
Esperamos ansiosamente o espectáculo marcial mais esperado do planeta a seguir a Bercy e às cenas no parlamento de Taiwan, e dá pelo nome de Lisbon Hall of Fame.
O evento tenta colmatar uma lacuna dos palcos nacionais, ser uma espécie de óscares das artes marciais, ou melhor, de alguns artistas marciais.
Na cabeça de muita gente a dignificação de um suposto estilo ou actividade passa por colocar um laço ao pescoço ou um terno em cima das ceroulas e juntar-se com muita gente importante num evento social, e consagrarem-se uns aos outros, como se faz nas galas da SIC onde a própria estação televisiva celebra a sua existência como se fosse algo aceite tão mundialmente como a patuscada na oficina do Silva na Musgueira.
Ao organizar, ao aparecer, ao tornar habitual este tipo de gala, o organizador e os intervenientes aparecem, dão nas vistas, a todas aquelas pessoas que quando procuram uma aprendizagem marcial, a fazem …